Na Hora Edu · News · 3 min
Como levar DeCripto, stablecoins, rastreabilidade e obrigações declaratórias para a rotina da empresa
Empresas que compram, vendem, recebem, transferem, custodiam ou utilizam criptoativos precisam organizar seus controles para perguntas básicas: qual ativo foi movimentado; quando a operação ocorreu; qual era o valor e a moeda de referência; quais participantes e plataformas estiveram envolvidos; qual carteira recebeu ou enviou os ativos; qual documento comprova a origem, a finalidade e a contraparte; como a operação foi registrada na contabilidade; quem é o responsável por prestar a informação segundo a norma. A empresa deve conciliar extratos de exchanges, registros de carteiras, comprovantes bancários, contratos, notas fiscais quando aplicáveis e lançamentos contábeis. Diferenças entre esses registros podem gerar questionamentos mesmo quando decorrerem de falhas operacionais, conversões de moeda ou transferências entre carteiras do mesmo titular.
Como levar DeCripto, stablecoins, rastreabilidade e obrigações declaratórias para a rotina da empresa
Empresas que compram, vendem, recebem, transferem, custodiam ou utilizam criptoativos precisam organizar seus controles para perguntas básicas: qual ativo foi movimentado; quando a operação ocorreu; qual era o valor e a moeda de referência; quais participantes e plataformas estiveram envolvidos; qual carteira recebeu ou enviou os ativos; qual documento comprova a origem, a finalidade e a contraparte; como a operação foi registrada na contabilidade; quem é o responsável por prestar a informação segundo a norma. A empresa deve conciliar extratos de exchanges, registros de carteiras, comprovantes bancários, contratos, notas fiscais quando aplicáveis e lançamentos contábeis. Diferenças entre esses registros podem gerar questionamentos mesmo quando decorrerem de falhas operacionais, conversões de moeda ou transferências entre carteiras do mesmo titular.
A conferência começa pelo fato ocorrido e segue por responsável, documento, sistema, registro e evidência. Exemplo hipotético: uma empresa brasileira recebe stablecoins de um cliente estrangeiro e, dias depois, transfere os ativos para uma plataforma, converte parte do saldo em reais e mantém o restante em carteira própria. Para controlar corretamente essa sequência, a empresa precisa documentar o contrato e a origem do recebimento, identificar as carteiras envolvidas, registrar datas e valores, guardar os comprovantes da plataforma e conciliar a conversão com a entrada bancária e a contabilidade. A existência dessas operações não permite concluir, sem análise, quem deve prestar cada informação, qual é o tratamento tributário ou qual valor deve ser reconhecido contabilmente. O exemplo é apenas educacional e depende da natureza da operação, dos participantes e das regras aplicáveis.
Consequência prática: Empresas que compram, vendem, recebem, transferem, custodiam ou utilizam criptoativos precisam organizar seus controles para perguntas básicas: qual ativo foi movimentado; quando a operação ocorreu; qual era o valor e a moeda de referência; quais participantes e plataformas estiveram envolvidos; qual carteira recebeu ou enviou os ativos; qual documento comprova a origem, a finalidade e a contraparte; como a operação foi registrada na contabilidade; quem é o responsável por prestar a informação segundo a norma. A empresa deve conciliar extratos de exchanges, registros de carteiras, comprovantes bancários, contratos, notas fiscais quando aplicáveis e lançamentos contábeis.
Limite: O relatório explica a notícia e os conceitos indispensáveis, mas não substitui a leitura integral da IN RFB nº 2.291/2025 nem a análise das operações concretas. A identificação do declarante, das informações exigidas, de eventuais limites, prazos, dispensas e consequências pelo descumprimento depende da regulamentação e da posição ocupada por cada participante. O tratamento contábil e tributário varia conforme a finalidade do ativo, a natureza da operação, o regime tributário, a titularidade, a contraparte e a documentação. A conclusão depende do caso concreto; o exemplo não substitui análise individual.