DeCripto amplia o radar fiscal sobre criptoativos
A Receita Federal informou que as transações de criptoativos feitas a partir de julho de 2026 passam a ser informadas de acordo com a DeCripto, instituída pela IN RFB nº 2.291/2025. A notícia também mostra que as stablecoins ganharam predominância no mercado brasileiro, representando cerca de 80% do volume mensal declarado nos anos mais recentes.
Criptoativos entram em uma fase de fiscalização mais estruturada.
A Receita Federal informou que as transações de criptoativos feitas a partir de julho de 2026 passam a ser informadas conforme a DeCripto, instituída pela IN RFB nº 2.291/2025.
A notícia também mostra a força das stablecoins no Brasil: segundo dados declarados à Receita, elas representam cerca de 80% do volume mensal de criptoativos nos anos mais recentes.
O que muda na prática: antes, muitas empresas e investidores tratavam criptoativos como um tema financeiro separado da rotina fiscal. Agora, com a DeCripto, a tendência é de maior padronização, cruzamento de dados e rastreabilidade das operações declaradas.
Ponto de atenção: não se trata apenas de bitcoin ou investimento especulativo. Stablecoins ligadas ao dólar e ao real já concentram parte relevante do volume informado à Receita.
Recomendação prática: revise controles de compra, venda, custódia, remessas, exchanges utilizadas, documentação de origem dos recursos e conciliação contábil antes que a informação chegue de forma desorganizada ao Fisco.
Cripto deixou de ser tema periférico. Para fins fiscais, já está no centro do radar.